Guia definitivo para entender qual o seu perfil de investidor | Focalise
Gestão de riscos

Guia definitivo para entender qual o seu perfil de investidor

Perfil de Investidor
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Escrito por Focalise

Quem não gostaria de ver seu dinheiro multiplicar sem a necessidade de muito esforço? Essa é a finalidade dos investimentos. Isso não quer dizer que você não tenha que trabalhar! Sem o trabalho, é muito mais difícil conquistar riquezas e aumentar o patrimônio.

Investir pode ajudar bastante na aquisição de renda extra e até oferecer algumas garantias e segurança para seu futuro. Hoje em dia, a ameaça do desemprego e a instabilidade acabam levando as pessoas a buscarem alternativas para gerar renda.

Porém, não é aconselhável investir sem planejar! Antes de tudo, você deve saber qual o seu perfil de investidor. Identificando esse perfil, você poderá escolher com mais confiança o tipo ideal de investimento.

Por essa razão, os bancos e corretoras costumam fazer a API (Análise de Perfil de Investidor), que é chamada no exterior de “suitability” (adequação). Assim, é possível manter a carteira de investimentos do cliente sempre ajustada ao seu perfil. Quando eles percebem que existe alguma inadequação entre o perfil de investidor e a carteira do cliente, as instituições financeiras procuram logo alertá-lo para evitar que ele se prejudique.

Este guia é para te ajudar a compreender qual o seu perfil de investidor! Confira!

Perfil de investidor: conservador

O que significa ter um perfil conservador?

Bem, provavelmente você estudou História do Brasil e deve lembrar que, na época do Império, existiam partidos políticos diferentes, que se opunham entre si. O Partido Conservador era um deles.

Eles não queriam correr muitos riscos e, por isso, preferiam apostar naquilo que já conheciam, evitando as consequências da instabilidade, decorrentes de ações com resultados imprevisíveis.

O Duque de Caxias (que, na época, era Marquês) foi um conservador. Talvez, você tenha um perfil de investidor parecido com o dele para a política. O investidor conservador prioriza a segurança dos investimentos, mesmo que isso signifique uma rentabilidade menor. Ele prefere fazer aplicações com resultados mais previsíveis. Outro ponto que ele considera é a liquidez dos investimentos. Liquidez se refere à possibilidade de resgatar o dinheiro sem sofrer grandes perdas.

Muitos investidores que apresentam esse perfil investem em curto prazo (1 ano ou menos) ou em médio prazo e desejam manter o capital inicial, ou seja, têm receio de perdas e não querem comprometer seu patrimônio.

Outra característica é que, em geral, eles são muito disciplinados no uso do dinheiro, o que representa uma vantagem em tempos de crise — são capazes de poupar, um dos hábitos mais recomendados pela educação financeira, cujos frutos se refletem também em longo prazo.

Em geral, a maioria dos investidores que estão iniciando apresenta o perfil conservador, pois estão apenas no começo de suas atividades, ainda não têm muita segurança das operações e procuram sondar o terreno com bastante cuidado.

Por essa razão, recomenda-se ao investidor com perfil conservador os investimentos em renda fixa, mas ele também pode investir uma pequena parcela de seu capital em renda variável, como ações e câmbios.

O investidor conservador também pode e deve diversificar seus investimentos — exatamente porque a diversificação garante mais segurança, reduzindo os riscos de grandes perdas, sem abrir mão de uma rentabilidade satisfatória.

A média do percentual de investimentos do perfil conservador fica em torno de 80% em renda fixa e 20% em renda variável.

A renda fixa e o investidor conservador

A renda fixa é associada de imediato com a caderneta de poupança. Porém, existem outros investimentos de renda fixa, bem melhores que a poupança. Há alguns anos (década de 80), a caderneta de poupança oferecia excelentes perspectivas de ganhos, mas hoje não é indicada nem para os conservadores devido ao rendimento muito baixo.

Em investimentos de renda fixa, o investidor pode calcular com antecedência o nível de rentabilidade que terá ao longo do tempo. Trata-se de um empréstimo que a pessoa faz ao banco ou ao governo e recebe juros em compensação.

Existem os investimentos de renda fixa pré-fixados e os investimentos pós-fixados:

  • Pré-fixados: o valor da rentabilidade fica definido no momento em que você adquire o investimento;
  • Pós-fixados: é possível calcular a rentabilidade, mas não é possível determinar o valor exato (como existem investimentos que seguem o IPCA ou a taxa Selic, indexadores que variam conforme o nível de oferta/demanda no mercado, o investidor pode ter uma noção do quanto o investimento vai proporcionar de lucro, mas não um valor mais preciso).

Isso significa que, mesmo na renda fixa, a variabilidade está presente.

Os investimentos de renda fixa

Confira alguns dos principais investimentos de renda fixa:

  • Tesouro Direto (títulos do governo federal: LFTs, NTN-Bs, NTN-Fs, LTNs);
  • CDBs (certificados de depósitos bancários);
  • LCIs e LCAs (letras de crédito imobiliário e do agronegócio respectivamente).

O Tesouro Direto permite investimentos a partir de R$ 30. Já as LCIs e LCAs exigem um capital inicial mais elevado. Contudo, enquanto no Tesouro Direto e nos CDBs incide imposto de renda (IR), as letras de crédito são isentas desse pagamento.

Os títulos de capitalização ainda são comprados por investidores conservadores. São títulos em que o capitalizador (investidor) paga uma mensalidade e concorre a prêmios de sorteios, recebendo de volta o capital aplicado ao final do período, com reajustes, mas com descontos relacionados a taxas e outros encargos.

Em geral, esses títulos não oferecem uma boa rentabilidade e têm baixíssima liquidez (as perdas geralmente são grandes quando o investidor desiste do investimento antes de terminar o prazo).

Como já frisamos anteriormente, o investidor de perfil conservador pode diversificar seus investimentos em aplicações diferentes. Uma das formas mais eficazes de fazer isso é adquirindo fundos de investimentos: existem inclusive os fundos de curto prazo e os fundos de renda fixa.

Nos fundos de renda fixa, o investidor tem mais liberdade que em outros fundos para escolher os ativos que ele deseja que componham a sua carteira. Os fundos de renda fixa podem se constituir de:

  • Títulos atrelados ao IPCA, ou seja, à inflação (NTN-B, por exemplo);
  • Títulos atrelados a crédito (CDBs, por exemplo);
  • Títulos do Tesouro Direto pré ou pós-fixados.

Eles devem manter 80% da carteira em títulos do Tesouro Direto, ativos de baixo risco de crédito ou sintetizados por meio de derivativos.

Os fundos de investimentos

O fundo de investimento consiste em uma aplicação financeira diversificada, uma reunião de recursos de vários investidores, chamados cotistas, cuja finalidade é gerar rendimentos com a compra de títulos/valores mobiliários, de cotas de outros fundos ou de bens imobiliários, tanto no Brasil como no exterior.

O dinheiro que o investidor aplica é convertido em cota e ele receberá ganhos proporcionais à quantidade de suas cotas, ou seja, quanto mais dinheiro ele investir, mais cotas terá e, portanto, receberá mais rendimentos.

Os recursos de um fundo de investimento são utilizados para adquirir bens, ações ou direitos que pertencerão a todos os investidores, conforme a proporção de investimento que cada um realizou.

Existem diferentes tipos de fundos de investimentos: fundos de renda fixa; fundos de ações; fundos multimercado (envolvem diferentes ativos, como produtos de renda fixa, ações, moedas); fundos imobiliários; fundos previdenciários; cambiais; fundos de fundos; fundos de índices (ETFs).

As ações para os investidores conservadores

É possível, para o investidor conservador, investir em ações com certa segurança. Uma dessas formas, como já foi dito, é comprando fundos de ações. Outra é comprando determinadas ações na bolsa de valores.

Para comprar ações, o investidor conservador deverá considerar critérios como: prazo da aplicação; tempo esperado para retorno; balanceamento entre renda fixa, baseando-se no patrimônio total e na idade; empresas que apareçam listadas no índice Bovespa e apresentem um bom histórico de pagamento de dividendos.

Considerando esses pontos, ele reduz os riscos de impacto negativo no caso de quedas na medida em que aumenta muito a possibilidade de lucros em longo prazo (tanto por variação no valor do ativo como pelo recebimento de dividendos e juros sobre seu próprio capital).

Ele não deve colocar mais de 20% de seu patrimônio no mercado de ações.

As ações candidatas ao investimento do conservador são aquelas pertencentes a companhias sólidas e organizadas, que atuam em setores relacionados diretamente ao crescimento da economia nacional e mundial.

Perfil de investidor: moderado

Também existia o partido moderado no Brasil Império. Os membros desse partido eram conhecidos como ximangos. Depois, esses membros deram origem ao partido conservador.

O que caracterizava a atitude dos moderados é que eles eram um pouco mais abertos aos riscos que os conservadores. Os riscos, em política, eram representados pelas inovações. Assim os moderados assumiam alguns riscos, desde que a segurança não ficasse tão comprometida.

O Padre Antônio Feijó, que foi regente do Brasil na transição entre o governo de D. Pedro I e D. Pedro II, era um moderado.

O investidor moderado, por sua vez, consiste no “meio-termo” entre o investidor conservador e o investidor arrojado. É aquele que está disposto a dar alguns passos a mais que o investidor conservador.

Busca, deste modo, alcançar rentabilidade que seja superior à média do mercado, aceitando perdas pequenas e controladas e menor liquidez. Assim, ele pode optar por investimentos com maior volatilidade.

O investidor moderado detém um grau de conhecimento do mercado financeiro que permite que suas decisões e escolhas sejam mais variadas que a do investidor conservador — o patrimônio de que dispõe é suficiente para garantir esses riscos. Seus objetivos podem ser, portanto, de curto, médio ou longo prazo.

De qualquer forma, o perfil de investidor moderado ainda preza a segurança e, embora esteja disposto a correr riscos, não pretende se expor demais. Por esse motivo, a maior parte de seus investimentos compõe-se de renda fixa.

A abertura para novidades e transições

O investidor moderado está aberto às mudanças e novidades, mas leva certo tempo para se acostumar e interagir com elas. No momento em que ele percebe que suas decisões estão comprometendo suas finanças ou seu patrimônio, vai rever todas as estratégias e investimentos escolhidos. E, caso seja necessário, abrirá mão imediatamente dos investimentos voláteis para manter somente aqueles mais previsíveis e seguros.

Por causa da sua capacidade em manter a balança imaginária dos investimentos muito bem equilibrada, com os dois lados (riscos e segurança) em proporções equivalentes, a maior parte de suas escolhas oferece bons resultados. Isso evita grandes perdas e possibilita gozar de uma rentabilidade mais polpuda.

O perfil moderado costuma aplicar em investimentos de renda fixa, como: Notas do Tesouro Nacional (NTNs), as Letras Financeiras do Tesouro (LTFs) e as Letras do Tesouro Nacional (LTNs), que integram o Tesouro Direto do governo federal; as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs); os CDBs dos bancos; a Previdência Privada (que constitui uma garantia para o futuro e a velhice e para os dependentes).

Quando se trata de investimentos além da categoria “renda fixa”, ele pode optar por:

  • fundos multimercado;
  • fundos Imobiliários;
  • debêntures (títulos de crédito de médio e longo prazo que são emitidos por companhias de capital aberto, como bancos múltiplos, sociedades de leasing e companhias hipotecárias);
  • imóveis em geral;
  • fundos de ações;
  • ações (principalmente, quando se tratam de ações de empresas mais prestigiadas, de primeira linha).

A diversificação dos investimentos é mais uma boa oportunidade para o investidor moderado. Como ele preza a solidez, sem abrir mão de uma boa rentabilidade, a diversificação dos ativos é a melhor alternativa, equilibrando riscos e ganhos com eficiência.

Média do percentual de investimentos do perfil moderado: 60% em renda fixa; 40% em renda variável. Como se vê, a renda fixa ainda ocupa mais de 50% de sua carteira de investimentos.

O perfil de investidor balanceado

O investidor balanceado, que compõe algumas classificações (Metodologia dos 5 Perfis), pode ser considerado um tipo de investidor moderado. Ele, no entanto, está mais propenso a aceitar riscos que o investidor moderado comum. Mas não chega a ser um investidor arrojado.

O que caracteriza o investidor balanceado é seu potencial para variar mais e para ficar menos apegado aos investimentos de renda fixa.

Perfil de investidor: arrojado

Finalmente, vamos analisar o perfil de investidor arrojado. Continuando nossas comparações, sabemos que existiu, no Brasil Império, um partido conhecido como Liberal, que era rival do Partido Conservador e estava disposto a assumir riscos muito maiores, buscando sempre a inovação (proclamação da república, abolição da escravatura, eleições diretas).O Visconde de Ouro Preto era um liberal.

Seguindo esse raciocínio, podemos definir o investidor arrojado. Ele é o mais dinâmico de todos os perfis de investidores. Está no extremo oposto ao do investidor conservador. Não tem medo de encarar os riscos e os desafios, bem como aceita com relativa facilidade as inovações e a variabilidade.

Busca sempre a maior rentabilidade e compreende que a oscilação frequente que impera no mercado tende a ser suavizada em médio e, sobretudo, em longo prazo, quando o mercado oferece maior estabilidade.

A coragem em correr riscos que o investidor arrojado apresenta decorre também de seu maior conhecimento do mercado financeiro e da forma como funcionam os vários investimentos.

A necessidade de conhecimento técnico e teórico sobre o mercado financeiro

Os ativos financeiros envolvem, de modo geral, muitos riscos ligados à economia. O investidor precisa, portanto, dispor de conhecimento teórico e técnico sobre o assunto, e também carece de algum tempo para acompanhar suas aplicações e estudar o cenário econômico nacional e internacional. Precisa, ainda, de muito controle emocional para as crises e prejuízos que delas advêm.

O investidor arrojado possui essas qualidades. Ele consegue ser dinâmico a ponto de aprender com certa facilidade os “segredos” do mercado financeiro e estar sempre disposto a correr riscos e perdas em busca de uma rentabilidade maior.

O perfil de investidor arrojado se destaca por sua capacidade de compreender e interagir com a Lei da Economia que articula: “O retorno financeiro está relacionado, na maioria das vezes, ao risco assumido”.

Atualmente, como o acesso à informação e ao conhecimento tornou-se mais facilitado, principalmente graças à internet e aos recursos que ela proporciona, muitas pessoas têm se revelado investidores de perfil arrojado.

A sua carteira de investimentos é composta, em sua maior parte, por renda variável. A renda fixa ocupa uma parcela menor.

As perspectivas dele se concentram principalmente no longo prazo, mas isso não o impede de fazer investimentos em curto e médio prazo. Contudo, seu interesse maior é o acúmulo dos rendimentos ao longo do tempo, de modo que eles possam garantir a aquisição de riquezas e a ampliação do patrimônio.

Muitos dos investidores são jovens que estão decididos a garantir um futuro melhor para si mesmos e para sua família, com uma renda que possa torná-los, até certo ponto, independentes do trabalho ou do emprego.

Contudo, o investidor arrojado não é insensato e não age sem pensar ou planejar — a diferença é que ele tem capacidade para tomar atitudes com agilidade, não demora muito em elaborar e aplicar estratégias, em identificar oportunidades e gerenciar riscos. Os riscos que ele enfrenta são calculados e fazem parte de seu planejamento estratégico em longo prazo.

Não pense que o investidor arrojado investe todo o seu patrimônio em produtos financeiros arriscados. Como já foi explicado, a renda fixa também compõe sua carteira de investimentos, mesmo que em menor parcela. Os investimentos conservadores e moderados contribuem especialmente para atender seus objetivos de curto prazo, mantendo uma reserva de liquidez.

Com a reserva de liquidez, eles poderão movimentar seu capital investido sem comprometer os rendimentos das aplicações em médio e longo prazo.

A diversificação dos ativos também satisfaz interesses do investidor arrojado. Diversificando, suas chances de ganhos maiores aumentam, mesmo que ele diversifique investindo a maior parcela de seu capital em ativos de risco.

As pessoas que têm perfil de investidor arrojado investem em: operações da bolsa de valores (ações, derivativos, fundos de ações); debêntures; moedas estrangeiras (mercado de câmbio); fundos imobiliários; certificados; letras.

Veja como é a média do percentual de investimento do perfil arrojado: 60% em renda variável; 40% em renda fixa.

O perfil de investidor agressivo

Em algumas classificações, o perfil de investidor arrojado se identifica com o perfil de investidor agressivo, mas há quem diferencie esses dois perfis.

Para os fazem a diferenciação entre um e outro, o investidor agressivo é aquele que deseja conquistar a mais alta rentabilidade, sem considerar os riscos que essa atitude envolve.

Ao contrário dos investidores arrojados, eles, muitas vezes, nem dispõem de conhecimento suficiente sobre o mercado financeiro e também não procuram a orientação especializada. Geralmente, agem e decidem por conta própria, aplicando seus recursos em diferentes investimentos, mas sem planejamento algum.

Não se dedicam a estudar e conhecer melhor o mercado financeiro, o funcionamento dos diferentes investimentos, as probabilidades de retorno que as ações de certas empresas oferecem.

Na maioria das vezes, esses investidores agem movidos pela emoção e não pelas reais possibilidades de ganhos que tal ou qual investimento oferece.  Para eles, não importa muito se o investimento é de renda fixa ou renda variável — importa se vão gerar altos lucros.

Estão pouco propensos a se submeter às regras e aos parâmetros dos investimentos. Consideram, em muitas ocasiões, que o mercado financeiro e sua instabilidade são como um jogo de cassino — tudo depende mais da sorte que do planejamento.

O termo “agressivo” poderia ser, portanto, uma alusão ao fato de que eles estão agredindo seu próprio capital.

Existe um equivalente do perfil de investidor agressivo na história política do Brasil Império: eram os que formavam o Partido Liberal Exaltado, chamados de exaltados, jurujubas ou farroupilhas. Esses políticos eram realmente agressivos, pois faziam uso da força para disseminar ideias.

Os derivativos

Os derivativos são produtos financeiros cujos valores dependem dos valores de outros ativos. Os ativos são, portanto, os títulos públicos, títulos privados, ações, commodities (mercadorias, principalmente gêneros agrícolas e minérios) e assim por diante.

Os principais derivativos são:

  • Mercado a termo: onde os investidores de perfil arrojado costumam investir muito, consiste em um compromisso de compra e venda feito por duas partes para negociar um determinado ativo em uma época futura, como o mercado a termo de ações que funciona na Bovespa (as ações são o ativo negociado);
  • Mercado futuro: parecido com o mercado a termo, mas as partes não ficam vinculadas, podendo o investidor vender o contrato comprado antes do vencimento (é mais acessível e oferece mais liquidez que o mercado a termo);
  • Opções: o investidor, nesse caso, compra o direito de comprar um determinado ativo, mas não é obrigado a fazer essa aquisição.

E então? Qual é o seu perfil de investidor? Você é um Duque de Caxias, um Padre Antônio Feijó ou um Visconde de Ouro Preto? Seja qual for, assine nossa newsletter e receba mais dicas e novidades sobre investimentos direto no seu e-mail!

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Buscamos informar, orientar, educar e oferecer serviços que facilitem o entendimento e a identificação das oportunidades de investimentos.

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