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4 passos para investir no exterior e fazer seu dinheiro render

Investir no Exterior
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Escrito por Focalise

O mercado financeiro brasileiro oferece várias opções de investimentos, alguns mais conservadores e outros mais arriscados. Porém, para aqueles que querem diminuir os riscos e diversificar ainda mais sua carteira, uma boa alternativa que pode ser levada em consideração é investir no exterior.

O que tem impedido muito investidores brasileiros de realizar esse tipo de aplicação é a falta de conhecimento na área e, consequentemente, o medo de realizar um investimento equivocado.

Para te ajudar, escrevemos este artigo que mostrará 4 passos para investir no exterior e fazer o seu dinheiro render.

Quer saber mais? Continue lendo e confira!

1. Conte com a ajuda de especialistas

Realizar investimentos no exterior exige muito estudo e experiência. Por essa razão, a ajuda de um especialista credenciado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) se torna essencial.

Este gestor possui conhecimento de várias estratégias, além de uma profunda experiência no mercado financeiro internacional. Ele conhece os riscos de cada investimento e vai poder te direcionar sobre como melhor aplicar seu dinheiro e em qual momento é ideal investir no exterior.

Este é um profissional especializado, que busca o equilíbrio entre os menores riscos e a melhor rentabilidade de um investimento.

Além disso, com o auxílio do gestor, a exigência de um investidor qualificado (com investimentos acima de um milhão de reais) deixa de existir. Assim, investir no exterior torna-se viável até para quem não tem muito dinheiro.

2. Abra uma conta no exterior

A abertura de uma conta é um dos passos mais importantes para quem quer investir no exterior.

Por isso, é fundamental que você escolha de qual instituição financeira ou corretora quer se tornar cliente. Mas antes é necessário estar muito atento aos riscos políticos e fundamentos econômicos de cada país, bem como a sua liquidez, qualidade dos ativos e capitalização.

O próximo passo é verificar quais instituições estão alinhadas ao seu perfil e objetivos como investidor. Leve em consideração:

  • custos referentes à manutenção da conta bancária;

  • disponibilidade do cartão de débito ou crédito;

  • investimentos disponíveis;

  • mercados onde é possível realizar investimentos.

Também é essencial saber que existe uma grande diferença entre o banco convencional e o Private Bank. O primeiro é voltado para o dia a dia e, de início, exige um pequeno investimento. Já o segundo é direcionado para a administração de recursos e aplicações e conta com um atendimento personalizado, porém requer mais recursos devido aos custos elevados.

Cabe lembrar que algumas corretoras permitem que o investidor aplique seus recursos no exterior sem a necessidade de abrir uma conta lá fora, podendo assim utilizar sua conta na corretora do Brasil para fazer esta intermediação.

3. Escolha o tipo de investimento

Há vários tipos de investimentos que você pode fazer no exterior. A seguir, listamos alguns deles, para que entenda o funcionamento de cada um. Acompanhe.

 

Corretoras

Uma das maneiras mais clássicas de investir no exterior é abrir uma conta em uma corretora, fazer a transferência de uma determinada quantia e, assim, realizar aplicações em ativos locais.

Porém, esse tipo de investimento é um tanto burocrático em virtude da legislação brasileira. Investidores que possuem mais de 100 mil dólares investidos fora do país devem fazer uma comunicação anual ao Banco Central. Além disso, todos os valores que forem investidos devem ser declarados à Receita Federal. Dessa forma, o investidor poderá fazer o pagamento dos impostos.

Alguns países, como os Estados Unidos, por exemplo, possuem um acordo tributário com o nosso país. Com isso, o imposto de renda pago fora do Brasil pode ser ressarcido na declaração anual de ajuste. Desse modo, você evita de efetuar o pagamento duplicado de impostos.

Imóveis

Antes de investir em imóveis no exterior, você precisa levar em consideração as exigências legais de cada país onde pretende realizar o investimento. Por exemplo, os impostos, a legislação, os modelos de compra, entre outras.

Um profissional especializado pode te ajudar a escolher o melhor tipo de investimento imobiliário para você. Ele mostrará os custos de ter uma propriedade no exterior, a qualidade de vida e muito mais.

Adquirido o imóvel, é hora de lembrar que o imposto de renda precisa ser declarado. Você deve declarar o IR no Brasil como custo de aquisição de bens.

Se mais tarde decidir vender esse imóvel, você pagará 15% sobre o valor em impostos para o Brasil. Já a tributação do outro país vai variar de acordo com a legislação local.

Fundos de investimentos

Uma opção também muito interessante, os fundos de investimentos podem se tornar muito atrativos para o investidor brasileiro. Entretanto, o auxílio de um gestor torna-se indispensável.

Isso porque a dificuldade para analisar os fundos de investimento no exterior é grande. Além disso, as taxas de administração cobradas podem ser um tanto altas.

Portanto, neste caso, é importante que confie no profissional, pois somente ele saberá como realizar o investimento da melhor forma.

Via Exchange

O investimento via Exchange Traded Fund (ETF) também é uma boa opção para investir no exterior.

ETF nada mais é que um meio de investimento eficiente, que destaca-se pelo baixo custo e boa diversificação. Por meio dele, é possível negociar investimentos na bolsa de valores. Em poucas palavras, você pode realizar a compra de ações sem muita burocracia.

É um tipo de aplicação de fácil acesso ao investidor. Só é necessário abrir uma conta em qualquer corretora do Brasil e efetuar a compra de ETF. O melhor é que você não precisa fechar contrato de câmbio ou informar o Banco Central.

A cotação é feita em reais, como se o investimento estivesse sendo realizado em qualquer empresa da Bovespa. Entretanto, você fica sujeito às oscilações da moeda.

COE

Por fim, aplicar através de um Certificado de Operações Estruturadas (COE) pode ser uma excelente forma de diversificação.

Este é um tipo de investimento que combina elementos de Renda Fixa e Renda Variável, montado no mercado de derivativos e com retornos atrelados a ativos e índices, como câmbio, inflação, ações e ativos internacionais. É estruturado com base em cenários de ganhos e perdas, selecionados de acordo com o perfil de cada investidor.

4. Saiba quanto é preciso para investir no exterior

Cada corretora oferece um pacote com oportunidades específicas e preços variados para o investidor realizar suas aplicações no exterior. Sendo assim, elas podem ser viáveis para a maioria dos orçamentos. Para saber, basta você entrar em contato com uma empresa especialista em investimentos e analisar as propostas, a fim de verificar qual se encaixa melhor no seu perfil de investidor.

Investir no exterior exige muita cautela para que suas aplicações sejam feitas com segurança. Por esse motivo, antes de realizar um investimento, analise bem o mercado com a ajuda de um profissional qualificado. Dessa forma, você poderá extrair o máximo de ganho possível da aplicação.

Aproveite e descubra como fazer os melhores investimentos no mercado internacional!

Agora que já conhece o passo a passo para investir no exterior, deixe aqui seu comentário e compartilhe suas experiências conosco!

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Sobre o autor

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A Focalise surgiu da necessidade dos investidores em ter um ambiente para o debate, educação e apoio às decisões no mercado de capitais.

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