Você Pode Estar Perdendo Dinheiro... E nem Percebeu! | Focalise
Gestão de riscos

Você pode estar perdendo dinheiro… e nem percebeu!

Você pode estar perdendo dinheiro... e nem percebeu!
André Momberger
Escrito por André Momberger

“O Brasil é o paraíso dos Rentistas”
“No nível atual dos juros se ganha muito dinheiro de forma rápida e fácil”

 

Você certamente já foi impactado por afirmações como estas. Mas a pergunta que deixo é… fazem sentido?  A priori sim, pois o Brasil hoje oferece uma das maiores taxas de juros para aplicadores do mundo, com um relativo grau de segurança.

Mas então existe uma grande possibilidade de você estar “surfando” nesta onda de altas taxas e beneficiando-se deste cenário de juros estratosféricos. Será?

E se eu te disser que boa parte dos brasileiros que possuem recursos aplicados no mercado financeiro NÃO APROVEITARAM esta alta de juros como poderiam?

Vamos fazer uma conta rápida: a valores de hoje, se você esta com seu dinheiro aplicado a 100% do CDI, categoria DI referenciado (fundo mais tradicional da industria), estamos falando em receber ao ano algo em torno de 14 a 14,20% de remuneração. Descontando em média 17,5% de IR, você teria ao final de uma ano, aplicando 100mil reais algo na faixa de R$ 111.550,00 líquidos. Nada mal.

Muito bem. Mas se o dinheiro estivesse aplicado em um fundo que paga 49% do CDI (mesma categoria do anterior), como ficaria esta conta? Neste caso, você teria uma soma ao final de um ano de R$ 105.659,00!!!  Mas porque alguém iria deixar seu dinheiro aplicado a 49% do CDI, se é possível aplicar a 100% ou até mais com a mesma segurança?  Parece não ter lógica, mas 189.000 brasileiros possuem dinheiro em um Fundo destes.

Agora vamos ampliar alguns dados que podem até te assustar:

94% dos cotistas de fundos referenciados no Brasil receberam remunerações abaixo de CDI

Isto representa perto de 2,5 milhões de pessoas e algo próximo a 632 bilhões investidos.

42 Fundos renderam abaixo de 83% do CDI, representando mais de 800 mil pessoas.

Bem… vamos parar com os dados por aqui, pois imagino que agora voce deve estar pensando em conferir seu ultimo extrato .

E o que leva tantos investidores a investir tão mal seus recursos?

Eu atribuo isto a uma serie de fatores fundamentais, mas gostaria de me concentrar em 3 deles:

  • Falta de conhecimento
    Existem pouquíssimas iniciativas na educação formal do Brasil tratando do tema. Basicamente, ou você aprende em casa com seus pais e familiares ou busca iniciativas de ensino independentes como a Focalise e outras escolas de Investimento.  E se considerarmos o número de pessoas que buscam aprender sobre investimentos, falta casa depois da virgula. Acaba sendo irrelevante.
  • O Mito de que só estou seguro em um “Bancão”
    Através de um marketing extremamente eficaz, os grandes Bancos do Brasil conseguiram criar na mente dos investidores uma sensação de segurança que só existe através da bandeira deles.  E aqui não existe discriminação de ticket. Grandes e pequenos investidores ainda mantém esta crença arraigada. Trata-se de algo sem sentido atualmente, pois possuímos um dos sistemas financeiros mais avançados do mundo e um Fundo Garantidor sólido que permite investir fora destas instituições com total segurança.
  • Erro na avaliação de necessidade de liquidez
    Onze em cada dez investidores que atendo aqui em nosso escritório querem o que chamo da “equação mágica”:  a maior remuneração possível e o dinheiro disponível amanhã. Existe uma frase clássica muito conhecida no mercado “liquidez é inimiga da rentabilidade”.
    As pessoas costumam superestimar suas necessidades de curto prazo , deixando uma quantidade de recursos acima do razoável e na maior parte do tempo  “esquecidas”.

Um dos maiores vilões da baixa remuneração são as “contas remuneradas”. Por uma pequena conveniência de não precisar “baixar” o dinheiro para a conta , os investidores acabam entregando 60% da rentabilidade para o Banco. Aliás… os Bancos adoram, pois escapam do deposito compulsório e remuneram simbolicamente seus clientes.

“Mas e ai… como escapo desta armadilha?”

Bom… aqui começam as notícias boas!!

Com pequenas mudanças de atitude é possível você fazer parte dos 6% que já aprenderam a surfar melhor na onda das altas rentabilidades. Caso você já faça parte deste grupo… Parabéns!!

Vamos ao que interessa:

1º: Existe uma infinidade de materiais gratuitos hoje em dia na internet . De inicio, comece a pensar fora da caixa e pesquise a respeito de Corretoras. Elas costumam oferecer plataformas abertas, onde através de uma única conta é possível encontrar uma diversidade de Bancos e Gestoras. Além disso, oferecem uma infinidade de materiais educacionais gratuitos. Grandes portais como Infomoney, Bussola do Investidor, Dinheirama e Investing semanalmente publicam materiais orientativos a diversos investidores. Existem também  diversas iniciativas de portais educacionais, como a Focalise, que oferecem muitos materiais gratuitos e de qualidade. Querendo avançar ainda mais neste mundo, vale a pena pesquisar as alternativas de Cursos também.

2º: Desmistifique a idéia de que só existe segurança nos grandes Bancos. Esta é uma das crenças mais limitantes que eu visualizo praticamente todos os dias. Existe muita vida fora de Itau, Bradesco e Banco do Brasil. São ótimas Instituições, mas não é lá que você encontrará as melhores taxas. Estrategicamente e em função desta crença limitante, os agentes destas empresas reforçam a tese e não passam todas as informações, principalmente em relação ao Fundo Garantidor de Credito (FGC). E ainda… são mono bandeiras, só oferecem produtos deles mesmos. Utilize estas Instituições no que elas tem de melhor: serviços bancários e crédito. Investimentos não.

3º Faça um levantamento de sua situação de desembolsos. Normalmente temos 3 tipos de saídas de caixa:  Curto prazo, que são as despesas correntes do dia a dia; médio prazo, que são as aquisições que podem passar por um eletrodoméstico até um carro; grandes investimentos como a compra de uma casa, terreno ou aporte em algum negócio. Partindo da lógica que fora as despesas do dia a dia, as demais são perfeitamente planejáveis, não precisamos deixar mais do que 15 dias de orçamento na conta remunerada. Existe alternativas hoje em dia de fundos de liquidez diária, e até mesmo de CDBs de liquidez diária, com taxas superiores a 100% do CDI. Indo um pouco mais além, aplicações com liquidez de 15 a 30 dias oferecem remunerações até 10% acima das diárias. E para investimentos mais longos, as taxas são realmente convidativas, podendo em alguns casos superar os 135% do CDI.


Resumindo:  Comece a pensar sua sobra orçamentária nestas pequenas caixas de liquidez. Não jogue tudo que sobra naquele fundo que você esta acostumado para depois ver o que fazer. Existe uma grande chance de ele ficar lá parado por muito mais tempo que devia. Dá um pouquinho mais de trabalho, mas vale a pena.

Mas quero ir além e te dar um presente, que sirva de primeiro passo para começar a pensar fora da caixa. Chama-se  “Investidor Express“.  São 3 aulas gratuitas que irão te guiar para esta nova Jornada. É só começar aqui.

Sinceramente, analisando os números de investidores que ainda deixam “todo este dinheiro na mesa”, me motivei a agir. Não deixe de assistir estas vídeo aulas. Tenho convicção absoluta que lhe será muito útil. Sair da acomodação é o primeiro passo!

Te espero lá dentro!!!

Grande abraço!

Veja este artigo em vídeo clicando aqui.

Sobre o autor

André Momberger

André Momberger

Administrador de Empresas com Especialização em Marketing e Finanças.

Financial Advisor, atua no mercado desde 2001 e como trader profissional desde 2004.

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