Em que investir para aumentar a renda para 10 mil, 20 mil e 30 mil reais?
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Em que investir para aumentar a renda para 10 mil, 20 mil e 30 mil reais?

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Focalise
Escrito por Focalise

Fazer investimentos é uma ação que pode ter um foco muito mais amplo do que o ganho em curto prazo. Investir para aumentar a renda no futuro, por exemplo, é uma excelente possibilidade para garantir segurança e tranquilidade em alguns anos.

Para tanto, é preciso começar definindo qual é o valor que você deseja ganhar e quais são as suas condições atuais. A partir de uma boa estratégia de diversificação e de aproveitamento das melhores oportunidades, é possível consolidar os efeitos desejados, melhorando as finanças.

Quer saber como ter rendas de R$ 10 mil, R$ 20 mil ou R$ 30 mil com os investimentos? Então veja o que fazer e aprenda quais erros evitar. Confira!

Rendas de R$ 10 mil, R$ 20 mil e R$ 30 mil: em que devo investir para tê-las?

Fazer um investimento pensando no valor contínuo que ele pode gerar é uma forma de se preparar para o futuro e garantir maior segurança. Trata-se de uma opção especialmente conveniente para quem deseja se aposentar, pois traz segurança de valores para uma fase da vida em que já não há um recebimento principal como antes.

Antes de investir para aumentar a renda, prepare-se corretamente. Além de definir o valor desejado, compreenda quanto tempo você possui do momento presente até a hora de recebê-la. Isso porque, para gerar um montante destacável, é preciso acumular um valor maior.

Com isso, há duas opções: investir ao longo de muito tempo, como 20, 30 ou 40 anos, e fazer aportes mensais menores ou, então, aplicar um grande montante em menos tempo. Em geral, a primeira escolha faz mais sentido, já que não compromete um grande volume de recursos.

Pensando nisso, veja como aumentar a sua renda em vários níveis com os investimentos certos:

Renda de R$ 10 mil

Com uma renda de R$ 10 mil por mês, é possível manter seu padrão de vida de forma relativamente estável, além de ela poder ser complementada futuramente. Trata-se de uma opção básica para a aposentadoria e que fornece um bom nível de conforto.

Entre as melhores opções nesse sentido, estão:

Previdência privada

A previdência privada é bastante flexível e garante que você acumule o patrimônio necessário para ter a renda mensal objetivada. Os aportes podem ser feitos mensalmente, no valor desejado e na frequência estipulada pelo próprio investidor.

Ou seja, é possível aplicar R$ 1 mil em um mês, R$ 500,00 em outro, R$ 5 mil em um terceiro e assim por diante. Dessa forma, há uma construção de patrimônio que acontece de maneira conveniente.

Essa aplicação possui uma rentabilidade menor do que outras opções e, normalmente, conta com algumas taxas, como de carregamento e retirada. Quanto maior é o tempo, menor é o pagamento de imposto, já que pode seguir a tabela regressiva de IR.

Depois de acumular o patrimônio, você receberá os valores mensalmente, criando a renda de R$ 10 mil.

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é uma opção que permite o investimento em títulos de bancos. Assim, eles financiam suas operações e pagam uma rentabilidade como retorno.

Eles rendem de acordo com um percentual do CDI e, em geral, é algo que depende do risco do banco. Os menores oferecem risco moderado e, com isso, pagam um maior percentual do indicador, tendo melhor rentabilidade.

Há opções de curto e médio prazo e todos possuem liquidez diária. Porém, quanto maior for o tempo de investimento, melhor é a rentabilidade e menor é o valor de imposto a ser pago.

Como é uma opção de médio prazo, no máximo, não gerará todo o patrimônio que você deseja de uma só vez. Porém, uma excelente estratégia consiste em reinvestir o dinheiro que já foi aplicado.

Com alguns ciclos de reinvestimento, há a multiplicação dos ganhos e a consolidação da renda desejada ao final.

Renda de R$ 20 mil

Já se quiser ter ainda mais conforto e segurança, pense em uma renda de R$ 20 mil. Nesse caso, é preciso aplicar um pouco mais inicialmente se o objetivo é investir para aumentar a renda, mas, ainda assim, é possível fazer aportes menores ao longo dos anos, desde que se escolha opções de longo prazo.

Para tanto, algumas das melhores opções incluem:

Tesouro Direto

O Tesouro Direto também é uma excelente opção e o ideal é investir nas opções de longo prazo, como o Tesouro IPCA+ (denominado NTN-B).

Como é atrelado à inflação, rende esse valor médio mais uma taxa de juros pré-fixada, o que ajuda a proteger o poder de compra. Seu prazo, normalmente, flutua entre 10 e 40 anos e pode ou não realizar o pagamento de juros semestrais. Como a ideia é construir uma renda de R$ 20 mil, o ideal é optar por um título sem esse tipo de pagamento.

Além de ser possível investir um montante fixo, também é viável fazer investimentos mensais. Ao final, é interessante aplicar o dinheiro em uma opção com maior liquidez, de modo a retirar os valores mensais.

Debêntures

As debêntures são títulos de dívidas de organizações privadas ou ligadas à infraestrutura. As instituições oferecem os papéis, captam recursos e pagam uma rentabilidade variável. Em geral, empresas maiores e confiáveis tendem a pagar menos porque oferecem riscos menores — e o contrário também é verdadeiro.

Normalmente elas são indexadas ao IPCA ou ao CDI, além de contar com uma taxa pré-fixada. O mais comum é que o mínimo de investimento seja de 5 anos, o que tem a ver com quem deseja fazer aplicações em um prazo maior.

Nesse período e, dependendo do valor de rendimento, o dinheiro investido pode até dobrar, favorecendo a construção de patrimônio.

Para completar, algumas pagam juros semestrais, mas é possível escolher uma opção que não contemple essa possibilidade, de modo a melhorar os resultados. Sendo de renda fixa, trata-se de uma escolha relativamente segura, mas que exige uma boa análise de qual empresa receberá seus recursos.

Outra vantagem é que algumas debêntures do setor de infra-estrutura contam com isenção do imposto de renda sobre o rendimento.

Renda de R$ 30 mil

Para conquistar uma renda de R$ 30 mil, é preciso dar um salto um pouco maior nos seus investimentos. Se você não tiver uma grande quantidade para aplicar no presente momento, a construção de patrimônio precisa ser intensa, o que exige maior rentabilidade.

Ao mesmo tempo, isso não significa abrir mão da segurança e da praticidade, então as decisões devem ser tomadas levando isso em conta. Algumas das melhores possibilidades incluem:

Fundos de investimento

Os fundos de investimento funcionam como “condomínios”. Um grupo de investidores se reúne e oferece uma quantidade de recursos — conhecida como cota —, que gera um montante que é movimentado pelo administrador.

Os recursos são aplicados em diferentes opções. Há os imobiliários, com investimentos em imóveis e títulos com esse lastro, por exemplo. Já os de renda fixa aplicam os recursos em investimentos mais seguros, os multimercados fazem aplicações em várias opções (maior flexibilidade para o gestor), enquanto o de renda variável ações diversifica em ações de várias empresas.

Ele pode ou não ter juros semestrais e não há nenhuma garantia de rentabilidade, já que se trata de um investimento de renda variável.

Porém, são opções seguras para quem deseja ter a chance de ganhar mais, pois oferece acesso a escolhas robustas e que não estariam disponíveis para quem não possui tanto dinheiro quanto o de um grupo.

Eventualmente, pode ser uma ótima maneira de fazer o dinheiro render em grandes proporções, permitindo que se conquiste a renda de R$ 30 mil.

Bolsa de Valores

Por falar em investimentos variáveis, as aplicações em ações se destacam como opções muito convenientes nesse sentido. Ao aplicar recursos na Bolsa de Valores, é possível escolher de quais empresas comprar e vender ações e quais possuem maiores chances de valorização.

Não há garantias quanto a essa opção, portanto, é preciso ter cuidado ao fazer escolhas. Viver da Bolsa de Valores é viável, mas não abra mão de diversificar a sua carteira de investimentos.

Então…

Independentemente da renda desejada, é possível fazer trocas entre as aplicações. Se você pode investir 1 milhão de reais e quer uma renda de 20 mil, por exemplo, não é seguro optar somente pelo Tesouro Direto e pelas debêntures. Opções como os fundos de investimento também podem ser boas escolhas.

Além disso, busque traçar estratégias variadas. Se o objetivo é ganhar R$ 10 mil por mês, pode-se fazer ciclos de reinvestimento no CDB e aplicar parte dos juros na Bolsa. Assim, sua rentabilidade aumenta e fica mais fácil construir patrimônio.

Portanto, não se atenha somente às opções indicadas para cada caso e, em vez disso, procure unir as estratégias a favor do seu dinheiro.

Como investir ganhando pouco?

Muita gente acha que investir é uma exclusividade de quem ganha muito dinheiro por mês. Essa mentalidade, entretanto, não corresponde à realidade, pois mesmo tendo um rendimento menor, é possível fazer o seu dinheiro trabalhar para você.

No começo, os investimentos podem até não ser tão grandes ou rentáveis, mas funcionam como a base para a construção de ótimos resultados no futuro. Especialmente em longo prazo, a tendência é conquistar efeitos cada vez melhores.

Para investir ganhando pouco, portanto, foque nas seguintes dicas:

Faça alguns cortes no orçamento

Se os rendimentos não são tão grandes, é provável que não sobre muito dinheiro ao final do mês. Embora alguns custos não possam ser eliminados ou reduzidos, outros podem ser contidos de modo a favorecer suas opções de investimento.

Portanto, coloque na ponta do lápis tudo o que ganha e o que gasta, de modo a identificar para onde o seu dinheiro está indo. Faça um monitoramento de gastos e entenda quais são os principais ralos das suas finanças.

Feito isso, é hora de começar a reduzir algumas despesas. Busque formas de economizar, como evitar as compras por impulso e quitar as dívidas. Como resultado, você manterá o padrão de vida e terá disponível uma quantia para começar seus investimentos.

Crie um planejamento financeiro

A partir disso, crie um planejamento financeiro. O melhor é utilizar a regra conhecida como 50/30/20. Ela estipula que 50% seja destinado a despesas fixas, 30% aos gastos variáveis e 20% aos investimentos e fundos de reserva.

Faça um planejamento de modo a contemplar e equilibrar todas essas entradas e saídas financeiras. Desse jeito, você previne dívidas e também evita perder boas oportunidades de ter melhor rendimento financeiro.

Para que seja sempre relevante, o planejamento precisa ser revisto periodicamente, de modo a contemplar novas situações e configurações financeiras.

Procure opções indicadas para seu perfil

Sem ter tanto dinheiro disponível, muita gente acaba desanimando com o mundo dos investimentos apenas por não ter escolhido a opção certa. Com poucos recursos no princípio, é fundamental buscar opções condizentes com esse perfil.

Opte por aqueles com valor mínimo baixo ou até inexistente. Mesmo que eles não paguem tanto, são uma ótima forma de dar os primeiros passos e garantir que comece a fazer o seu dinheiro trabalhar para você.

Não deixe de fazer simulações com as várias condições, até encontrar aquela que é a melhor opção para o seu momento.

Mantenha a disciplina e a consistência

Não adianta achar que separar R$ 500,00 uma vez a cada 6 meses será o suficiente para investir para aumentar a renda. Em vez disso, é preciso ter muita disciplina e consistência, de preferência fazendo aportes mensais.

Inclusive, o ideal é conseguir ampliar progressivamente o valor destinado às aplicações financeiras, de modo a garantir o máximo de patrimônio.

Manter a consistência exige sacrifícios em curto prazo, mas também oferece ótimos efeitos em um período de tempo longo. Além de tudo, considere investir qualquer dinheiro extra que entrar no orçamento, de modo a favorecer os resultados.

Reinvista a rentabilidade obtida

Após essas ações, você obterá as primeiras rentabilidades com as aplicações. Em vez de incorporar o dinheiro no orçamento, o ideal é procurar reinvestir a rentabilidade obtida.

Com um montante um pouco maior, você terá acesso a opções continuamente mais vantajosas. Com isso, também poderá experimentar resultados progressivamente melhores, criando um ciclo virtuoso de rendimento do seu dinheiro.

Eventualmente, isso gerará um acúmulo de patrimônio e, quanto maior ele for, mais fácil será obter ótimos resultados.

Quais os benefícios do investimento a longo prazo?

Para viver de renda, a melhor escolha é, sem dúvidas, o investimento em longo prazo. Ele é feito, normalmente, focando em períodos acima de 10 anos, o que leva a uma perda de liquidez e imobilização dos ativos.

Porém, o que parecem ser pontos negativos são facilmente superados por todas as vantagens envolvidas em escolher uma opção como essa. Dentre os principais benefícios, estão:

Ganho de rentabilidade

Em geral, os investimentos de longo prazo são muito mais rentáveis do que aqueles de curtíssimo, curto ou médio prazo. Isso se deve por vários motivos e o primeiro deles é em relação aos juros.

Como eles são compostos, o rendimento acontece sobre o valor prévio, em vez de em relação ao inicial. Com isso, um tempo maior de investimento significa maior acúmulo e juros que rendem continuamente.

Além disso, como trazem uma previsibilidade financeira maior, é comum que as instituições ofereçam melhores condições para quem deixa o dinheiro aplicado por um tempo maior.

Redução dos impostos

Outra questão que também contribui bastante para uma rentabilidade elevada é o pagamento de impostos diferenciado que acontece com investimentos de longo prazo.

A maioria das aplicações segue a tabela regressiva do Imposto de Renda, em que a alíquota de tributação diminui conforme aumenta o tempo de aplicação. Com o longo prazo, portanto, paga-se a menor taxa.

Isso reduz os custos com o investimento, comprometendo uma porção menor da rentabilidade e garantindo melhores resultados.

Diminuição dos riscos

Olhando para o curto e médio prazo, as alterações de mercado podem causar grandes impactos — e nem todos são bons.

Uma opção atrelada à taxa Selic certamente sofrerá com cortes realizados pelo Banco Central em um curto intervalo de 1 ou 2 anos, por exemplo.

Já um investimento em longo prazo atrelado à inflação contorna todos os riscos das possíveis flutuações da economia, garantindo bom poder de compra.

Com um tempo maior de investimento, os riscos diminuem porque a aplicação fica menos suscetível a condições pontuais.

Aumento da segurança

Se há riscos menores, então uma opção de longo prazo é mais segura. Mesmo a renda variável ganha relativa segurança quando se observa o elemento dentro de um longo período de tempo.

Pense no caso das ações. Em curto prazo, notícias ruins de mercado e dificuldades na empresa derrubam o preço dos papéis e a rentabilidade. Já no longo prazo, a estabilidade da empresa joga a favor e diminui os impactos de questões pontuais.

Ao optar por esse prazo, há uma diversificação na carteira de investimentos e um importante aumento da robustez.

Favorecimento da estabilidade

Em uma analogia, investir pensando à frente é semear e dar todas as condições agora para colher no futuro. Ou seja, você aproveita que está ativo, trabalhando e com um padrão de vida adequado para construir o caminho até o futuro.

Ao investir para aumentar a renda, por exemplo, há maiores garantias de que a aposentadoria não será um problema. Da mesma forma, é possível garantir a educação dos filhos, a construção de patrimônio e assim por diante.

Eventualmente, quando o longo prazo chegar, terá maior estabilidade financeira e patrimonial, podendo se preocupar menos.

Quais erros evitar para conseguir viver de renda?

Já que o objetivo é atingir resultados tão positivos a ponto de viver de renda dos investimentos, é fundamental saber quais são as falhas que devem ser evitadas para que esse efeito seja viável.

Como essas falhas são muito comuns, é provável que elas surjam em algum momento em seu caminho. Dentre as questões importantes, estão:

Calcular a renda incorretamente

Ao investir para aumentar a renda, um dos elementos mais relevantes é o cálculo de quanto pretende ganhar. É isso que determina o quanto é preciso investir e por quanto tempo, de modo a construir o patrimônio adequado.

Sendo assim, uma falha nesse dimensionamento compromete todos os resultados. Considere quais serão os seus custos no futuro, qual é o padrão de vida desejado e os possíveis efeitos da inflação — afinal, R$ 10 mil agora pode não significar o mesmo que R$ 10 mil em 30 anos.

Deixar de quitar dívidas

Ter um bom valor de renda não será o suficiente se tiver uma coleção de dívidas para drenar seu orçamento. Com os juros, multas e os próprios descontos que as dívidas geram, elas só comprometem as finanças sem trazer nada de concreto.

Por isso, uma das falhas é ignorar a necessidade de quitar dívidas. Se não eliminá-las o quanto antes, ao chegar o momento de aproveitar a rentabilidade dos investimentos, você se verá diante de um valor disponível muito menor do que o esperado.

Mude desde já sua forma de consumo e garanta um orçamento livre dessas despesas que são pouco úteis rumo a finanças melhores.

Não fazer o dinheiro trabalhar para você

Uma das mentalidades fundamentais para viver de renda é que o dinheiro deve trabalhar para você — e não o contrário. É preciso garantir que os recursos continuem crescendo, se acumulando e gerando ótima rentabilidade para as suas finanças.

Somente assim será possível conseguir a tranquilidade e a estabilidade desejadas, sem precisar se esforçar muito mais. Para isso, portanto, é fundamental reconhecer a importância de poupar, de diversificar e de encontrar oportunidades de investimento cada vez melhores.

Não rever os investimentos periodicamente

Aqui, vale a pena citar outro erro muito comum e que pode gerar um sério comprometimento: a falta de revisão sobre as aplicações.

Mesmo os de longo prazo não podem ser feitos e deixados de lado até o momento do resgate. Isso pode significar a perda de oportunidades melhores.

Portanto, fique sempre atento à sua carteira de investimentos, de modo a identificar se há algo a ser modificado na intenção de conquistar efeitos melhores.

Ignorar a segurança e a visão de futuro

Para conseguir um bom valor de patrimônio, muita gente começa a usar táticas que prometem alta rentabilidade, mas que não são seguras. É o caso de quem prefere especular a investir, de modo a aproveitar boas condições pontuais e melhorar os resultados.

Embora, a princípio, isso não seja ilegal ou proibido, é uma tática pouco indicada. Um investimento pensando no futuro precisa ser tratado com cuidado, já que pode significar a tranquilidade lá na frente.

Por isso, não ignore a importância de aprender continuamente sobre o mercado e de procurar opções que sejam, de fato, positivas para o seu estilo e seus objetivos.

Ao seguir essas orientações, investir para aumentar a renda se torna possível e descomplicado. Aproveite essas dicas e consiga, enfim, a tranquilidade que o investimento em longo prazo pode trazer!

Tem uma quantia para aplicar? Então veja aqui todas as dicas para quem chegou ao primeiro milhão e saiba multiplicar seu patrimônio!

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A Focalise surgiu da necessidade dos investidores em ter um ambiente para o debate, educação e apoio às decisões no mercado de capitais.

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